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Desenvolvimento
Sustentável para o Vale do Ribeira |
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Mauro
Schorr Trabalho publicado em
22/11/02 |
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1.0.
Introdução: a
luta da população local |
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No
Paraná temos esta região ainda notavelmente esquecida do amplo
desenvolvimento científico e industrial que existe na capital e grandes
centros, que ainda requer melhores condições de infra-estrutura e
desenvolvimento regional. As população local luta para obter uma melhor
qualidade de vida e de economia, que se baseia na exploração e comércio
de frutíferas sobretudo citrus e a produção de ovinos e bovinos de
subsistência. Sabe-se que é a maior produtora de Tangerina polkan do sul
do Brasil, alcançando a cifra de 18 milhões de quilos desta fruta,
afetando no período da safra os mercados de todo o pais. |
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2.0.
O Desafio do Desenvolvimento Sustentável Regional |
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Ocorre
que as condições técnicas da produção de frutas ainda é bastante
rudimentar, tanto na escolha das variedades como no seu manejo. Não temos
um controle integrado de pragas e nem uma pesquisa experimental de ocorrência
de períodos críticos, catalogação das espécies e de seus inimigos
naturais, e em alternativas de adubação mais variada e menos solúvel,
que possam permanecer mais tempo nas plantas. E o que é mais importante,
a maioria dos cultivos não está edificado em nível e suas linhas
intercalares não receberam adubação verde nitrificante ou a formação
de pastagens nutritivas para os animais, sistema conhecido como silvo
pastoril. Assim podemos aprimorar a produção agrícola da região
introduzindo: -
Cultivos
em curvas de nível, com o uso de mulching orgânico ao redor das frutíferas;
-
Manejo
integrado de pragas e doenças, com a introdução de adubação baseada
em termofosfato, fosfato natural, MB 4, Biogel, sulfomagro, entre outros
insumos importantes para a saúde fisiológica das plantas; -
Uso
de preparações biodinâmicas; calda sulfocálcicas; -
Adubação
orgânica e calcário, e adubação verde e diversificação alelopática
nas pastagens, com o consórcio apropriado e diversificado de gramíneas e
leguminosas; -
Sistemas
de Alley Cropping ou cultivos em aléias com o Guandu, Grevilha,
Bracatinga, Timbó e Leucena; -
Plantio
de novas espécies silvícolas como eucaliptos e pinus de rápido
crescimento com faixas de consórcio de espécies leguminosas; -
Manejo
Voisin ou com cercas elétricas ou de arames para o gado; -
Sistemas
de estabulaçâo de animais noturna, com o uso de homeopatia animal para
prevenção e controle de doenças; -
Grande
impulso a apicultura regional, com formação de agroindústria apícola
associativa ou cooperativa; - Introduzir a concepção da necessidade da formação e uma unidade de produção comercial e agro-industrial de polpas de frutas, sucos, geleias, doces para a exportação para os mercados regionais, da capital, de outros estados e inclusive internacionais, aproveitando sua capacidade para a extração e embalamento de mel e derivados e inclusive principio ativos de ervas medicinais; |
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3.0.
Ações Interdisciplinares: |
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Temos
ações importantes a serem conduzidas no setor da educação ambiental,
saúde comunitária, medicina natural, saneamento, combate a fome e a
subnutrição, analfabetismo que necessitam de programas mais apropriados
e estimulados pelas prefeituras e governo estadual, mas que estão
interrelacionados com a ampliação da agricultura sustentável ou
agroecologia na região.
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4.0.
Justificativa Técnica para estas Ações: |
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SAFs
para a Região Sul e Sudeste
do Brasil
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Tab.1.0.
Espécies Recomendadas para serem Introduzidas em SAFs para a Região Sul
e Sudoeste do Brasil |
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Um Manejo mais Sustentável para a Agricultura do Sul e Sudoeste do Brasil |
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A
agricultura nestas regiões pode ser ampliada em sua sustentabilidade
se adotar técnicas e métodos conservacionistas de manejo
ecológico de solos que possam minimizar o impacto das chuvas,
insolação direta do solo, perda de nitrogênio,
matéria-orgânica, reservas de bio-massa e de produção
biológica, entre outras importantes
necessidades de manutenção do
mais importante patrimônio que possui um produtor rural, a agregação
e a fertilidade natural dos seus solos.
E se esta agricultura sulista desenvolver
SAFs com produtos de grande valor
de mercado como frutas
temperadas e madeira de lei,
pode equacionar muitos dos seus problemas climáticos, de falta de obtenção
de renda e fontes de energia mais renováveis para suas inúmeras
indústrias de porte médio a alto, e grande e potencial malha de produção
familiar. Estas
técnicas envolvem por exemplo, a continuidade dos projetos de conservação
de microbacias que iniciaram no Paraná e estacionaram
um pouco mais nestes últimos governos. Estes projetos de microbacias
analisavam quais as culturas e variedades agrícolas poderiam ser mais
integradas com a realidade dos solos,
do meio-ambiente, clima, épocas-de-plantio, manejo da agricultura e
orientavam sobre as variedades mais rústicas e menos dependentes
de insumos químicos, incentivavam o uso de consorciações com adubos
verdes, montagem de curvas-de-nível
e terraços que
ultrapassassem inclusive as cercas das propriedades particulares, a
curva era estudada via satélite, acompanhada por especialistas em
topografia, e era construída englobando as lavouras do mini-ecossistema
inteiro. O resultado é que diminuíram-se os níveis de erosão, o uso
de agrotóxicos, herbicidas, e
estabilizaram as pragas e doenças. O
mais importante é que os produtores foram despertos e encontraram uma cultura e um caminho de desenvolvimento mais sustentável. Hoje são produtores
mais responsáveis, conservacionistas
e possuem melhores técnicas, mercados,
produções e necessitam cada vez menos
do auxílio dos governos. Muitos
destes produtores se tornaram orgânicos e biodinâmicos
e já cultivam e exportam Soja no
Sudoeste do Paraná e encontram até
40 ou 50 % a mais de
preço final dos produtos no mercado europeu. Assim as produções mais
orgânicas de erva-mate,
açúcar, stevia, ervas, soja,
farinha de milho, agro-industrialização de frutas em compotas, doces,
produtos apícolas como geléia
real, mel, pólen, podem ser exportados para estes mercados ecológicos
e em parte solucionam grandes problemas econômicos dos pequenos e médios
minifúndios produtivos de muitos locais de toda a região Sul e
Sudoeste do Brasil. Assim a
expansão destas microbacias,
das técnicas de adubação orgânica
e adubação verde e o plantio-direto podem ser desenvolvidas acompanhadas de excelentes SAFs
como a combinação ordenada de plantios de espécies como Imbuia,
Peroba, Araucária, Bracatinga, Mogno, Aroeira, butiá, guabiroba,
jabuticaba, pêssego, frutíferas,
consorciados com
o plantio de Trigo,
Cevada, Aveia, Milho, Sorgo, Milheto, Cana, Pastagens ou
Forrageiras como colonião, pensacola, galactria, chicharo,
quicuio, entre outras. Estas
entre outras ações pode trazer muita área verde para os estados do Sul, e muita madeira que está fazendo falta para suas indústrias de móveis,
combustível, papel, construção, fauna e melhor umificação
e vitalização de seus
ecossistemas.[1] |
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Cultivos
anuais com
aléias de Guandu, Leucena, Crotalárias,
que podem se tornar quebra-ventos
e fontes de forragens e produção de nitrogênio e lenha com o uso
por exemplo da Bracatinga são tambem importantes recomendações para os
produtores sulistas e do sudoeste. O importante é formar diferentes tipos
de SAFs
nos diferentes locais e específicos ambientes de cada propriedade, ambientes que podem ser classificados como Horto
Agrícola, onde pode ser
introduzida a Banana,
o Abacaxi, Côco, Café, Ameixa, Uva, Pera, Figo, dependendo do clima
e da vocação agrícola do ecossistema. A lavoura
que pode ser acompanhada de
cultivos mais comerciais de frutas para
exportação e mercado interno como
Maracujá, Uva, Manga, Limão,
Caqui, Figo, Azeitona, Ameixa
Vermelha, Tangerina, entre outras espécies.
As Pastagens com Sistemas
Silvi-pastoris que podem ter a presença de Araucária, Peroba, Erva-mate,
Imbuia, Mogno, Arueira, e frutíferas como Pera,
Maçã, Pêssego, entre
outras espécies. Os Pomares
que podem possuir pastos com leguminosas
e as áreas naturais, que devem ser mais
preservadas e guarnecidas suas nascentes, com formação de RPPNs, com o plantio mais adensado de espécies florestais
produtoras de madeira, essências medicamentosas, mel,
como a Bracatinga, o
Eucalipto, Ipê, Angico, Citrus,
entre inúmeras. Isto é importante para melhorar a qualidade de vida
da população do Sul do Brasil que vive hoje uma dimensionalidade
social mais adensada em espaço e disponibilidade
de recursos naturais e por isso possui uma necessidade vital de diversificar mais suas áreas verdes e obter uma produção
de alimentos de melhor qualidade. O
fortalecimento da produção orgânica, isenta de agrotóxicos e que seja mais direcionado a consorciação
de cultivos anuais com frutas é
um grande caminho de aprimoramento do
sistema tradicional de produção familiar e associativa que nesta
região é um dos mais desenvolvidos
do Brasil, e que precisa se tornar mais empresarial
e mais eficiênte no uso de uma tecnologia mais orgânica e que alcance níveis
elevados e competitivos de preço em um mercado novo, muito exigente e que
paga muito mais. Isto pode dar origem ao nascimento
da agricultura sustentável
empresarial brasileira, pois a Agroecologia,
Biodinâmica e a Permacultura já são muito impulsionadas no RS, PR,
SC e tentam ganhar espaço maior em SP, RJ, MG e ES.[2]
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Outro
fato interessante constata-se com aqueles produtores mais
industriais e que normalmente possuem propriedades maiores, mais
organizadas e muito produtivas - verdadeiras
Empresas Agrícolas,
muitos dizem - “ não
temos tempo para produzir organicamente, precisamos de maior rapidez e
objetividade nas nossas atividades, por isso que uso agrotóxicos, aro
meu terreno bem rápido, nem analiso muito o solo, e nem me preocupo
muito com o ecossistema, etc...” pois
este é o quadro atual da mentalidade
ou cultura dominante de muitos produtores do RJ, SP, MG, PR e
RS.
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O
RS, antigo centro político do país, agora sofre demasiadamente com as
conseqüências de ter buscado uma industrialização muito rápida e
pouco planejada a longo prazo - há poluição em grande parte de seu
estado, há muita erosividade pronunciada em suas lavouras uma tendência
de operalização de sua população rural, porém também há muita cidadania
e consciência ecológica mais disseminada, que pode auxiliar na
valorização de uma agricultura mais ética e sustentável. O
estado de São Paulo em sua aparência externa se tornou quase como um
grande contínuo urbano. É o estado de maior presença industrial
do Brasil, que somente no final da década de 80 começou a valorizar
realmente o seu meio-ambiente, mas está muito longe de oferecer uma produção
industrial mais sustentável se não rever melhor suas imensas
usinas de produção de cana, pastagens e monocultivos empresariais de
hortaliças. Por isso é importante a valorização dos SAFs para o seu
meio rural, buscando formar uma malha mais abundante de diferentes e
mais sustentáveis organismos agrícolas.
O Paraná é o estado que mais está valorizando o meio-ambiente
e possui um grande potencial para se tornar o maior produtor
orgânico do país, e Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo
podem caminhar em direção a formação de uma agricultura mais
familiar, que busque preservar as suas
tradições culturais adaptando-se à um mercado mais
sofisticado, ecológico e exigente. Pois
estes estados do Sul seguem
os padrões culturais de desenvolvimento mais europeus e
não perceberam que podem optar por construir padrões de
desenvolvimento realmente mais sustentáveis e menos concentrados em
grandes cidades, e para isso acontecer é interessante o impulsionamento
e a fortalecimento das empresas familiares de produção agrícola, artesanal - inclusive
na área de calçados, mel, tecelagem,
produção de vinhos, doces, etc.
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As
etapas de estabelecimento de
cultivos é uma das partes dos processos industriais que precisam serem
melhor aprimoradas ecológicamente,
e envolvem a aração de solos,
que no Sul ainda é feita de forma inadequada para as nossas condições tropicais e subtropicais: os produtores seguem os padrões europeus que possuem neve
e o congelamento da matéria-orgânica e vida biológica, e aí insistem
no Brasil em arar profundamente os solos, passar grade pesada, leve, todos os anos... assim foram perdidas muitas lavouras industriais,
no Sul, Sudoeste de SP, Norte
e Noroeste do Paraná - região do Arenito Caiuiá, entre outras, na
realidade quase 150 Ton de solos e de adubos e corretivos
perdidos/ano/ha. Também
no controle de ervas se exagera com o uso de herbicidas. Que tal rotações
corretas de cultivos com o uso de bancos-de-proteína
feitos de consórcios que podem possuir Guandu,
Leucena, Caliandra, Eritrina, Bracatinga, Milho, Girassol, Feijão-de-porco,
Azevêm, Ervilhaca, Serradela, Trigo-mourico, entre outras espécies
mais mobilizadoras do potencial de reestruturação dos solos. Pois as
rotações com estes bancos nitrificadores, uso de plantio-direto,
introdução de animais para pastejo rotativo podem ser opções muito
importantes para aprimorar em uma qualidade maior os processos produtivos industriais, evitando que utilize inclusive herbicidas e
agrotóxicos.
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Outros Consórcios e SAFs importantes para a Região Sul e Sudoeste do Brasil |
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Araucária
+ Imbuia + Peroba + Louro-pardo + Culturas Anuais:
ótimo consórcio para o Norte do Paraná, região de Londrina. A idéia
é reflorestar as Áreas Verdes
que estão mal manejadas para proteger as suas nascentes e produzir
madeira de lei e grãos. Araucária
+ Aroeira + Erva-mate: consórcio
muito utilizado no PR, SC e até RS. É excelente para ser utilizado com pastagens. Bracatinga
+ Erva-mate + Culturas Anuais:
muito utilizado perto da região de Curitiba. A Bracatinga é uma espécie
leguminosa das mais importantes para os SAFs do Sul do Brasil. Cultivo
em faxinal + Pastagens: ocorre
no PR, SC e RS, onde um conjunto de até 80 espécies vegetais é
consorciado com o pastoreio de animais, em áreas de maior declividade e
em solos mais ácidos, e de forma comunitária. Araucária
+ Erva-mate + Pastagens:
muito comum onde colhe-se a erva-mate, vende-se pinhão e ainda pode-se
conduzir excelentes rebanhos. Pode fornecer uma renda muito elevada com a
venda da madeira e da erva-mate. Seringueira
+ Côco + Citrus + Cana com Guandu em aléias: em
climas mais tropicais pode-se introduzir árvores maiores como a
Seringueira, o Côco, afim de aumentar a receita da comercialização de
seus produtos. Bracatinga
+ Erva-mate + Araucária + Trigo, Soja e Milho em rotação: este
consorcio é muito interessante por que a Bracatinga é uma espécie que
pode recuperar a fertilidade dos solos, descompactar horizontes mais
profundos e fornecer uma excelente lucratividade. Ficus
+ Marica + Bergamota + Pastagens:
para a região leste ou litorânea. Produz sombra para o gado. Acacia
+ Pastagens:
são leguminosas que possuem a capacidade de fixar Nitrogênio e produzir
uma elevada quantidade de madeira/ha. Pode ser consorciadas ainda com Acacia
mangium, A. auriculiformis, A. crassicarpa, A.
holosericea, Erythrina poeppigiana, Zeyhera tuberculosa,Tabebuia
rosea, Joanesia princeps,
Terminalia catapa, T. ivorensis, Albizia caribea, A. falcata,
Mimosa caresalpinifolia, Cordia alliodora e Pterygota brasiliensis.
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[1]
Pois
é importante o Sul do Brasil controlar melhor seus efeitos de concentração
de gases poluentes, calor,
desmatamento, plantio
apenas de monocultivos sem
uma consorciação com SAFs, entre outra ações ecologistas mais
importantes pois evidencia-se uma presença cada vez maior das estiagens
de verão, que causam menos chuvas nas épocas de plantio em
determinadas e muito desmatadas regiões produtoras.
[2] É tendência que em menos de 10 anos tenha-se um mercado ecológico muito mais valorizado no Brasil e no mundo e que possivelmente importará muito mais do que agora alimentos orgânicos de alta qualidade como a Soja, Milho, Farinha de Mandioca, Trigo, Café orgânico, açúcar orgânico, passas-de-fruta, Polpas naturais, frutas como Pêssego, Maçâ, Pera, Figo, Uva, o Algodão, a Lã, Couro, Carne, Artesanato, todos produzidos e possivelmente classificados e autorizados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento e fiscalizados por técnicos de governos estaduais, ONGs certificadoras e exportadoras de produtos. [3] Como uma exceção a regra, teve um menor impacto sobre a produção e estrutura familiar de SC e ES. [4] A busca de analisar e conhecer melhor e aprimorar os fatores ambientais e sociais relacionados aos processos e principais etapas de montagem de seus produtos agroindustriais é o que pode levar a agroindústria sulista a uma qualidade total maior. [5]
Mais ao Sul,
encontram-se campos muito estressados com uma alta deficiência de matéria
orgânica. O uso de barreiras, bancos de proteína com Guandu, Girassol,
Acácia, Crotalária, Milho,
Capim-elefante, podem ser muito adequados para recuperar mais o
potencial vital desta região que naturalmente é muito baixo. O pousio com árvores leguminosas também pode ser uma opção a mais
na recuperação de áreas degradadas. |
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