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Feiras, Domicílio, Merenda
Escolar, Refeição Industrial, Lojas e Restaurantes crescem como canais de
comercialização |
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Feiras livres e
entrega em domicílio ganham cada vez mais espaço como canais de
comercialização de produtos orgânicos.As apresentações do Sítio do
Moinho, Sítio a Boa Terra (Brasil) e Rincón Orgánico (Argentina)
abordaram a entrega em domicílio, cada um com suas características
de operacionalizar a entrega. |
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Jefferson Steinberg (AAO), Roberto Selig (ABIO) e Paulo Lenhard (ECOVIDA)
falaram sobre o crescimento das feiras livres onde produtores
orgânicos entram em contato direto com os consumidores,
estimulando a confiança e a fidelização.
Roberto Selig (ABIO)
levantou a questão das embalagens de plástico como um problema a
ser resolvido, pois traz uma mensagem contraditória para o consumidor.
A apresentação de Wilson Schmidt sobre Merenda Escolar teve o
efeito positivo de sensibilizar representantes de prefeituras a
estudar esta opção nas suas escolas.
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Exemplo de
Feiras de Produtos Orgânicos apresentado por Paulo Lenhard (ECOVIDA) |
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A propósito de merenda escolar, o Secretário
de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, Christino Áureo,
anunciou em sua apresentação do dia 09 de setembro, que produtos
orgânicos estarão nas merendas das escolas do Estado do Rio de
Janeiro ainda em 2004.
Nora Pouillon trouxe a
experiência de seu restaurante Nora´s, o primeiro restaurante
certificado dos Estados Unidos, com 95% dos produtos certificados,
inclusive as toalhas das mesas.
Carolla Strassner (Alemanha) trouxe estudos de casos de
restaurantes, hotéis, pousadas em diversas países que estão
oferecendo produtos orgânicos como valor agregado de seus
serviços, as abordagens inovadoras e as soluções encontradas. |
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Supermercados ainda não tem mix de produtos orgânicos
que atenda à demanda no consumidor |
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Jorge Jorqueira (Peru) falou sobre a
Eco-Lógica composta por 25 sócios, entre produtores, ONGs e
Associações que atende a supermercados no Peru. Jorge disse que é
necessário uma certificação para abastecer os supermercados. |
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No painel dos
Supermercados Ana Maria Fanelli do Supermercado Santa Luzia (São
Paulo) abordou a forte participação dos hortifrutis no total de
vendas dos produtos orgânicos e apontou a quebra no abastecimento
como um dos problemas a ser resolvido. |
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Arnaldo Eijsink (Carrefour) e Jaime Xavier (Zona Sul) trouxeram
pesquisas com consumidores. Arnaldo mostrou também o crescimento do
consumo de carne orgânica.
Jaime Xavier mostrou como o Zona Sul,
através de refinado banco de dados, pode mensurar a demanda por
produtos orgânicos de seus consumidores, detalhando os bairros onde
há maior procura por determinados produtos.
O espaço Zona Sul na BioFach América Latina foi dos mais
movimentados, não apenas pela degustação das saladas orgânicas
elaboradas pelo Chef Joel Guérin, como também pelos contatos
realizados entre produtores e este supermercado.
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Degustação de
Saladas Orgânicas no Espaço Zona Sul dentro da
BioFach América Latina 2004 |
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Pesquisas
mostram o desafio de estruturar mercados locais fortes e agregar
valor às tradições. |
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Maria Fernanda Fonseca ( Pesagro) e
Carlos Armênio (IAPAR) mostraram a importancia de se investir em
pesquisa para o desenvolvimento do setor orgânico do Brasil.
Ambos promovem projetos em parceria visando a promoção de pequenas
unidades de produção e o aprimoramento da tecnologia. |
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Pipo Lernoud
(Argentina), Ricardo Trippia (Embrapa), Alberto Levy (IMO/IFOAM)
trouxeram tabalhos e pesquisas com foco principalmente no pequeno
produtor. Pipo lembrou a necessidade de preservar as culturas
regionais em tempos de globalização. A apresentação de Ricardo Trippia mostrou o projeto em
rede da EMBRAPA
"Desenvolvimento Tecnológico de Produção Agropecuária Sustentáveis"
com a participação de 135 pesquisadores. |
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No Painel
Latino-Americano, coordenado por Pedro Landa (Certificadoras
Latinoamericanas), foi apresentado o Projeto BioFach America Latina
por Udo Censkowsky e Alvaro Werneck, onde os seminários BioFach
América Latina fazem parte de uma rede latinoamericana de trocas de
experiências. Estes Seminários estarão sendo divulgados a partir de
outubro de 2004 no site da BioFach America Latina.
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Pedro Landa fez uma
apresentação sobre a Certificação Orgânica na América Latina, onde
lembrou que a maioria dos produtos orgânicos da América Latina são
exportados sem nenhum valor agregado.
Graciana de Grau (Eurocentro/Mendoza)
e Emilio Ruz e Pedro Gomez(PROCISUR) falaram da necessidade de
estratégias mais eficazes para a consolidação dos mercados que a
América Latina já conquistou. A próxima BioFach América Latina em 2005
deverá ser o fórum para apresentação dos temas levantados neste dia 08
de setembro de 2004, na sala A.
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Pedro Landa (
Certificadoras Latinoamericanas), Gracian de Grau (Eurocentro),
Udo Censkowsky (Mercabio) e Alvaro Werneck ( Planeta Orgânico) |
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Dinamismo
dos mercado orgânicos na Europa e Ásia são oportunidades para
produtores da América Latina |
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Udo Censkowsky abriu
as palestras do dia 09 de setembro trazendo estatísticas dos
mercado orgânicos da Europa e da Ásia.
Uma das tabelas apresentadas mostra os diferentes estágios em que
se encontram os mercados orgânicos da Europa. |
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Conforme mencionado no início desta matéria,
Celina Vargas procurou mostrar, dentro das limitações dos dados
disponíveis, um Perfil do Brasil Orgânico.Embora faltando as estatísticas
oficiais, já podemos dizer que o Brasil ocupará lugar importante no
cenário internacional orgânico. |
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Katherine DiMatteo
(Estados Unidos) mostrou que mercado orgânico é o segmento que mais
cresce nos Estados Unidos em vendas de alimentos (20% em 2003) e quase
44% de sua população já consome produtos orgânicos. |
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Orgânicos: o segmento que mais cresce nos Estados Unidos |
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20% de crescimento ao ano desde 1990 |
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O maior mercado do mundo para alimentos orgânicos |
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Estimativa de 20 bilhões de vendas em 2005 |
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O
Planeta Orgânico estará divulgando a BioFach América Latina 2005
na BioFach America em Washington, de 15 a 17 de outubro de 2004.
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Clique aqui para reservar seu
espaço na BioFach América Latina 2005 |
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Bernward Geier (IFOAM) considera impossível a co-existência de
orgânicos e transgênicos, rebatendo a argumentação que é a
produção transgênica é necessária para combater a fome no mundo."
Agricultura orgânica não é um luxo e sim a única solução possível para
combater a fome e pobreza" disse Bernward Geier. |
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A produção do Estado do
Paraná e seu investimento na criação do Centro Paranaense de
Referência em Agroecologia, foram apresentados por Iniberto
Hamrerschmidt e O Secretário de
Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, Christino Áureo, destacou que
até então a agricultura orgânica do Estado do Rio de Janeiro não havia
recebido o incentivo que vem obtendo do governo atual , apresentando
as condições do programa Cultivar Orgânico, com uma taxa anual de 2%,
a menor da América Latina segundo Christino. |
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Marcio Montella apresentou as linhas de
crédito do Banco do Brasil para a produção orgânica assim como as
atividades do Banco do Brasil na agropecuária. Em seguida, pelo
Ministério da Agricultura, Pedro Santiago e Rogério Dias apresentaram
o Programa de Desenvolvimento da Agricultura Orgânica ao qual o
Ministro Roberto Rodrigues se referiu na abertura do evento. |
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A Dimensão
Social da Agricultura Orgânica |
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Walter Bianchini (Ministério do
Desenvolvimento Agrário) falou das linhas de crédito do PRONAF para a
agricultura familiar e os programas de assistência técnica e
capacitação para agricultura orgânica. Também pelo Ministério do
Desenvolvimento Agrário falaram Vital de Carvalho Filho e Jean Pierre
Medaets, destacando o empenho do Ministério do Desenvolvimento Agrário
em promover a inserção da agricultura familiar no mercado de produtos
orgânicos, nacional e internacional. A agricutura familiar ocupa mais
de 30% da área do país. |
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Ainda dentro do conceito Dimensão Social da
Agricultura Orgânica apresentaram seus casos Agropalma e Fazenda
Tamanduá. A Agropalma que mostrou como implantou nesta empresa a
cultura da palma orgânica na Amazônia e o seu compromisso com a
responsabilidade social e ambiental, que já apresenta resultados de
exportação para os Estados Unidos.
A Fazenda Tamanduá, certificada
como propriedade Demeter, destacou as atividades sociais e a promoção
da cultura e lazer, que trouxeram para a Fazenda Tamanduá o selo
Fairtrade em novembro de 2003.Exportando para Europa desde 2002, a
Fazenda Tamanduá também está apostando no mercado interno com suas
mangas, queijos e mel. |
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May Waddington apresentou
o caso das quebradeiras de Côco do Maranhão, trazendo um vídeo que
sobre o trabalho desta cooperativa para recuperar o solo degradado
pela pecuária.
Angela Küster falou sobre o projeto desenvolvido pelo DED em parceria
com a Fundação Konrad Adenauer para promoção da agricultura familiar,
que tem apresentado resultados concretos no Nordeste.
Alexandre Harkaly falou sobre o lançamento do selo ECO-SOCIAL para
complementar a certificação orgânica.A tendência do consumidor em
buscar conhecer a responsabilidade social das empresas motivou o IBD a criar
esta complementação para seus certificados. |
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Desenvolvimento do Mercados Orgânicos no Brasil |
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| No dia 09 de setembro
a manhã da sala A foi ocupada pelo tema Desenvolvimento
dos Mercados Orgânicos no Brasil, com a moderação de Fabio
Ramos (Agrosuisse). Renato Hauptmann pela AECO apresentou a
missão e os objetivos da Associação do Agronegócio Certificado
Orgânico. Em seguida, pelo GAO ( Grupo de Agricultura Orgânica)
Rogério Rosa destacou a tarefa atual do GAO em contribuir para a
construção de um marco legal da Agricultura Orgânica, fundamental
para a consolidação do setor. |
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Nelton Friedrich trouxe o
Projeto de Agricultura Orgânica da Itaipu Binacional, com destaque
para o programa CULTIVANDO ÁGUA BOA, que está sendo implantado na bacia
hidrogáfica do Paraná III. Nelton apontou a situação perigosa que
vivemos por descuido com a qualidade da água.
O Brasil tem 53% dos
recursos hídricos da América Latina.Walmir
de Oliveira (COOPERVIDA-Bahia) apresentou como foi formada a
Cooperativa Agropecuária Familiar Orgânica do Semi-Árido, fundada em
1999, seus resultados até hoje e seus planos para o futuro. |

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| Helmar Potraz trouxe a
história e o projeto da APSAD-VIDA do Município de Santa Maria do
Jetibá, que desde 1985 escolheu a agricultura orgânica como modo
de produção, merecendo o prêmio Mario Covas, pelo melhor projeto da
Região Sudeste. Nílton Salomão (EMATER-Rio)
apresentou o Programa CULTIVAR ORGÂNICO e destacou a atuação do
Município de São José do Vale do Rio Preto (RJ) que também foi
merecedor de prêmio por sua produção orgânica ( Prêmio Caixa de
Melhores Práticas em Gestão Local) |
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| A cooperação alemã
apoiando a agricultura familiar foi apresentada por Marin Gardemann (DED,
DEG e Nuremberg Global Fairs/BioFach), buscando sensibilizar parceiros
para o tema da comercialização e estimular discussões quanto ao
fomento de políticas públicas para agricultura ecológica. |
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Orgânicos &
Conscientização do Consumidor |
| Na BioFach América
Latina 2004, a manhã do dia 10 de setembro foi ocupada por
palestras dedicadas ao consumidor e seu comportamento. |
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Moacir Darolt fez uma apresentação
interativa com a platéia que começou com um exercício de
relaxamento. Em seguida Darolt falou sobre os hábitos de consumo e
as características de dois tipos de consumidores orgânicos: o novo
(ocasional) e o antigo (regular).
Darolt trouxe a experiência da ACOPA (Associação dos Consumidores
Orgânicos do Paraná) e os resultados positivos que esta Associação
vem obtendo junto aos consumidores.
Entre as dificuldades apontadas por Darolt para o crescimento do
setor a falta de informação ao consumidor é uma das principais. |
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Pelo Planeta Orgânico,
Maria Beatriz Martins Costa apresentou resultados de pesquisas
realizadas por este portal e também tendências de consumo para
esta década. A crescente preocupação do consumidor com a origem dos
produtos e quanto ao comportamento das empresas em relação à
responsabilidade social e ambiental são fatores que contribuem para
fortalecer o setor orgânico.
Ao final da apresentação Maria Beatriz ressaltou a força do
consumidor, sobretudo quando ele sabe " o que acontece quando se
escolhe um produto orgânico."
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Marcos Palmeira (Fazenda Vale das
Palmeiras) fez uma apresentação que conquistou a platéia pela
franqueza do seu depoimento. Recém chegado de uma viagem de carro até
Goiás, Marcos declarou-se chocado com a paisagem devastada que viu ao
longo da estrada. Terras erodidas, monocultura e queimadas foram uma
constante pelo caminho.
Seu compromisso com o movimento orgânico foi reforçado mais uma vez
com esta viagem e a produção da Fazenda Vale das Palmeiras
(biodinâmica) foi apresentada ao público.
Marcos ressaltou a importância de eventos como a BioFach América
Latina que reúnem representantes de toda a cadeia produtiva. "Quem
veio à esta BioFach vai poder dizer com orgulho que esteve aqui, e
quem não veio vai lamentar por não ter vindo!..." disse Marcos
Palmeira. |
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Seminário APEX |

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Mercado de Produtos
Orgânicos e Naturais no JAPÃO |
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O Japão é considerado o terceiro maior mercado
consumidor de produtos orgânicos e naturais, e especialistas acreditam
que haverá um crescimento desta demanda nos próximos anos. A APEX
promoveu Seminário analisando o perfil deste mercado, suas oportunidades
e desafios.
Participaram deste Seminário:
Hiroyuki Yokoyama(JETRO),
Liliane Rank (APEX-Brasil),
Fernando Augusto de Souza ( KORIN) e Sebastian Sala ( CAPOC-Argentina) |
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O
sr.Hiroyuki Yokoyama apresentou o Programa da JETRO de Promoção à
Exportação de Alimentos Orgânicos ao Japão. A JETRO é o órgão
oficial de comércio exterior do Japão
(Japan External Trade Organization).
Segundo o sr.Yokoyama, o mercado japonês de produtos orgânicos e
naturais é um mercado em franca expansão, porém com grande
competitividade, consumidor altamente esclarecido, preocupado com a
saúde e segurança alimentar.
"É
fundamental cumprir prazos e é muito difícil recuperar a confiança uma
vez perdida", disse o sr.Yokoyama. |
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Da esquerda para a
direita: Sebastian Sala ( CAPOC),
Hiroyuki Yokoyama (JETRO), ao centro a tradutora oficial de
japonês/português, Liliane Rank ( APEX) e Fernando Augusto de
Souza ( KORIN) |
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Também sobre o mercado
japonês falou Liliane Rank (Gerente
de Projetos da APEX-Brasil).
Liliane Rank
esteve no
Japão, a convite da JETRO, entre 9 e 22 de outubro de 2003, conhecendo
todos os aspectos que envolvem a comercialização de alimentos
orgânicos (certificação, comercialização, cadeias produtivas, entre
outros) naquele país.Liliane apresentou as características do
consumidor japonês, as exigências para exportação , assim como
explicou o que é a certificação JAS.
Liliane também apresentou números sobre o mercado de alimentos no
Japão.
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Fernando Augusto de
Souza (Diretor da KORIN) trouxe a experiência da KORIN em exportar
frango natural para o Japão. Em sua apresentação Fernando
citou três regras importantes que
todos os empresários devem se lembrar antes de pensar em exportar
seus produtos para o Japão:
1 - Paciência
Foram elaboradas 15 versões dos rótulos dos frangos
Atributos e Valores de percepção de qualidade:
Visão Korin: Criados sem antibióticos e promotores artificiais
de crescimento;
Visão Importador: Ração 100% vegetal (100% vegetal feed
2 -
Planejamento
É muito importante obter o máximo
de informação sobre o mercado japonês.
Ex:Média de peso do frango no
Brasil: de 1,8 kg a 2,2 kg.
Média de peso do frango no
Japão: de 1,0 kg a 1,4 kg.
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Frango KORIN
exportado para o Japão |
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3 - Preparação
Os rótulos tiveram de ser traduzidos
para o japonês (adaptação lingüística e cultural);
A marca Korin foi mantida para
conservar sua identidade e rastreabilidade;
Inscrição Premium - Reconhecimento de
qualidade e diferenciação;
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Sebastian Sala,
(diretor da Cámara Argentina de Productores Certificados -
CAPOC) apresentou a palestra "A Certificação JAS como
ferramenta de acesso ao mercado do Japão".
Desde abril de 2001, todo produto orgânico comercializado no Japão
deve ter o selo JAS, cujas exigências são modificadas de 5 em 5
anos. Estão previstas mudanças para 2004/2005.
Sala explicou que o Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca
do Japão dita as normas e autoriza as certificadoras enquanto
o
Centro para Qualidade de Alimentos, Rotulagem e Serviços ao
Consumidor controla as certificadoras para que estam cumpram
os requesitos JAS. |
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