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O
IAPAR
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O
Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR - é uma instituição de
pesquisa agropecuária cuja missão é gerar e difundir conhecimentos científicos
e tecnológicos para o desenvolvimento sustentado da agropecuária
paranaense.
O IAPAR
tem sua sede em Londrina-Paraná e está presente em todas as regiões do
Estado através de Pólos de Pesquisas, Estações Experimentais, campos de
cooperação com agricultores, cooperativas e unidades demonstrativas.
As
pesquisas do IAPAR resultaram em variedades melhoradas, definição
de tecnologias adequadas e a atuação em programas voltados para
desenvolvimento sustentado da agropecuária paranaense
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Estrutura
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Abrange
todo o Paraná oferecendo:
- 18
Estações Experimentais
- 2 Pólos Regionais
- 33 Estações
Agrometeorológicas
- 5 Laboratórios de Solos
- 15
Laboratórios de Pesquisa
- 1
Centro de Difusão de Tecnologia
- 4 Unidades de
Beneficiamento de Sementes
- 1 Unidade de
Beneficiamento de Café
- 5 Casas de Vegetação
- 1 Gráfica
- Auditório com
capacidade para 120 pessoas
- Sala de Treinamento com
40 lugares
- 8 Salas de Reuniões
- Restaurante servindo
aproximadamente 700 refeições/dia
- Biblioteca - uma das
mais especializadas do Brasil, com 900 periódicos correntes nacionais e
internacionais, 25.000 títulos e 3 Centros de Documentação
Na sede, em Londrina, há um centro de treinamento,
equipado com auditório e alojamento. O IAPAR também desenvolve inúmeros
projetos em parceria com agricultores, prefeituras, cooperativas e
iniciativa privada.
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Compromisso
com a Sociedade
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As
tecnologias do IAPAR se distinguem pelo rigor científico e um profundo
respeito à realidade dos agricultores e ao ambiente, sem perder de vista
as exigências dos consumidores e necessidades da agroindústria.
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Equipe
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É
formada por cerca de 970 funcionários (mais de 130 pesquisadores, a
maioria com doutorado e pós-doutorado), que desenvolvem 14 programas de
pesquisa:
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Algodão |
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Feijão |
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Produção
Animal |
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Arroz |
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Forrageiras |
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Propagação
Vegetal |
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Café |
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Fruticultura |
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Recursos
Florestais |
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Cereais
de Inverno |
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Manejo
de Solo e Água |
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Sistema
de Produção |
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Culturas
Diversas |
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Milho |
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OS
RESULTADOS PARA O PARANÁ
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Café |
| Além
do plantio adensado, o modelo IAPAR engloba mais de 75 tecnologias.
Prevê, inclusive, um sistema de alerta (com 48 horas de antecedência)
para geadas. |
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Agricultura
Familiar |
| Pautado
numa visão global dos sistemas de produção, o IAPAR privilegia a
participação dos agricultores no diagnóstico dos problemas e na
validação das tecnologias geradas. Também desenvolve equipamentos
para tração animal, um trabalho que já viabilizou, inclusive, o
plantio direto nas pequenas propriedades paranaenses. |
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Genética
e Produtividade |
| Mais
de 100 novas variedades, todas ajustadas às condições de solo e
clima do Paraná. Algodão, arroz, batata, café, feijão, laranja,
milho, trigo e plantas forrageiras são algumas espécies trabalhadas
pela equipe de melhoramento genético do IAPAR. |
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Pragas,
doenças e preocupação ambiental |
| Nem
todo inseto é nocivo, e nem toda doença causa prejuízo: esse é o
princípio do manejo integrado, que os pesquisadores do IPAR aplicaram
às principais culturas do Paraná. O produtor faz vistorias freqüentes
na lavoura e só usa agrotóxicos se for realmente necessário. E
mais: no Brasil, o IAPAR foi pioneiro no estudo do nim. É uma
árvore da Índia, cujas folhas, sementes e cascas são usadas, com
eficiência, no controle de pragas e doenças. Sem agredir a natureza. |
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Pecuária |
| Purunã,
a primeira raça de gado para corte desenvolvida no Paraná, é obra
do IAPAR. E também a técnica do Vitelo Tropical: com uma alimentação
especial, os machos leiteiros, antes descartados, agora produzem carne
de alta qualidade e baixo nível de colesterol. |
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Citricultura |
| O
Paraná venceu o cancro cítrico: as variedades resistentes e práticas
de manejo indicadas pelo IAPAR possibilitaram ao Estado plantar citros
novamente, após anos de proibição. |
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Manejo
do Solo |
| O
IAPAR desenvolveu e adaptou técnicas (cultivo mínimo, plantio
direto, rotação de culturas, adubação verde e várias outras) que
recuperaram milhares de hectares no Estado. Destaca-se, também, a
integração lavoura-pecuária nos solos arenosos do Noroeste do Paraná. |
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Zoneamento
climático |
| O
IAPAR definiu – para as principais culturas do estado – a melhor
época de cultivo em cada região. Agora o produtor tem mais segurança
na hora de plantar. E colhe muito mais. |
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Sementes |
| Um
dos melhores do Brasil, o sistema sementeiro do Paraná tem o suporte
do IAPAR na pesquisa e produção de sementes básicas de algodão,
arroz, feijão, trigo, milho, café, aveia, adubos verdes e
forrageiras, além de borbulhas de citros. |
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Serviços |
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Cursos;
- Publicações;
- Estágios para estudantes e profissionais;
- Análises de solos, folhas, adubos, calcário, chorume, etc;
- Informações agroclimáticas;
- Consultorias e pesquisas para empresas, cooperativas, etc;
- Assessoria a municípios na definição de estratégias de
desenvolvimento local/regional. |
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| IAPAR
promoveu em março de 2003, o Seminário Avanços e Desafios da
Agricultura Orgânica nos Estados Unidos, que foi assistido por
mais de 100 pessoas. Professores
da Universidade do Iowa, Estados Unidos, visitaram lavouras de soja
orgânica em diversas regiões do Paraná. Integram o grupo Mary
Wiednehoft, especialista em solos, Gina MacAndrews, que estuda
impactos sociais e econômicos envolvidos na conversão da agricultura
convencional para a orgânica, e Matt Liebman, considerado o maior
especialista norte-americano no manejo de plantas daninhas sem uso de
agrotóxicos. |
| O controle
de invasoras é fator crítico em plantações de soja orgânica.
"É uma visita para troca de experiências. Os professores vêm
conhecer nossos estudos sobre manejo de invasoras em soja orgânica",
informa Carlos Armênio Khatounian, pesquisador do Instituto Agronômico
do Paraná (IAPAR), órgão vinculado à secretaria da Agricultura e
Abastecimento - que faz doutorado na Universidade de Iowa e acompanha
o grupo. Grande produtora de grãos, a região de Iowa é chamada de
bread basket (cesto de pão). A área cultivada do estado é quase
totalmente ocupada com soja e milho sob intensiva mecanização e alto
uso de insumos químicos, o que vem acarretando graves problemas de
poluição do solo e água e esvaziamento populacional das comunidades
rurais. |

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