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MDA vai transferir tecnologia de
biodiesel na agricultura familiar para Haiti a partir de novembro |
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O subsecretário de
Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA),
Adoniram Peraci, acertou com o ministro da
Agricultura do Haiti, Joanas Gué, que a partir de novembro o MDA
iniciará o processo de transferência de tecnologia para produção de
biodiesel e de matéria-prima para especialistas haitianos.De acordo com
Peraci, técnicos do MDA vão até o Haiti para iniciar o processo de
adaptação da tecnologia e colaborar na elaboração de um plano de
biodiesel neste país. |
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| Peraci também
informou que o Brasil vai doar ao Haiti equipamento para processar
oleaginosa, matéria-prima necessária para a produção do biodiesel, como
pinhão manso e mamona. Além disso, Peraci explicou aos visitantes o
funcionamento da política brasileira de microcrédito para agricultores
familiares. |
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O subsecretário disse que os haitianos gostaram
muito da experiência brasileira com o Programa Nacional de Fortalecimento da
Agricultura Familiar (Pronaf). Segundo Peraci, a delegação do Haiti aprovou
o fato do Programa trabalhar com controle e monitoramento dos beneficiários,
além de atingir as camandas mais pobres de produtores com a estratégia de
estratificação do Pronaf em grupos. ``Eles vão elaborar um projeto
semelhante ao brasileiro e pedir financiamento ao Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID)``, ressaltou Peraci. |
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| Pela manhã, a
delegação haitiana visitou a usina de biodiesel da Universidade de Brasília
(UnB). Nesta ocasião, a delegação haitiana foi acompanhada pela coordenadora
de Biocombustíveis do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Édna
Carmélio. |
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| Além do projeto de
transferência de tecnologia de biodiesel, o MDA estuda desenvolver no Haiti
programa de capacitação de técnicos e agricultores locais para processamento
de produtos em quatro áreas: frutas e hortaliças; mandioca; apicultura e
leite e derivados. |
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| Seminário de
Biocombustíveis |
| Entre os dias 20 e 22
de setembro, a comitiva do Haiti participou do Seminário sobre Biocombustíveis no Marco da Comunidade Sul-Americana de Nações, em
Fortaleza, capital do Ceará. Nesta ocasião, os haitianos conheceram a
experiência da Empresa de Transportes Urbanos de Fortaleza (Etufor), que
utiliza biodiesel em sua frota. Também visitaram uma plantação de
oleaginosas na Fazenda Santa Clara, no município de Canto Buriti, no Ceará,
e uma usina de processamento do novo combustível em Floriano (PI). |
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| Fonte |
| Assessoria de
Comunicação Social MDA/Incra |
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Responsabilidade com
pequenas atitudes |
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Empresa faz campanha pelo consumo consciente. |
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A
campanha “Traduzindo Conceitos” criada pela
Welsys Languages, empresa paulistana atuante no segmento de tradução, aborda
não apenas a preservação do meio ambiente, mas também o consumo consciente. |
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Presente no mercado de
idiomas há 10 anos, a Welsys optou por transformar seu material
institucional - a
Baumwolltasche,
sacola de algodão -, em sua campanha de conscientização. É um costume na
Alemanha e em diversos outros países levar de casa a própria sacola para
realizar pequenas compras. O intuito é disseminar este conceito na cultura
brasileira, partindo de São Paulo. |
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A campanha será apresentada
tanto para os clientes da empresa quanto para a comunidade local. O
compromisso com a fidelidade na transmissão de informações e o respeito à
cultura de cada país em que a Welsys apresenta uma tradução refletem o
slogan da campanha. Em um país formado por tantas culturas, agregar um bom
hábito é contribuir para o futuro coletivo. |
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Pesquisadores avaliam impactos sócio-econômicos da pesca profissional no
Pantanal |
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Pesquisadores da Embrapa Pantanal (Corumbá, MS), unidade da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) trabalham, desde o início
do ano, na construção de um calendário sazonal para os pescadores
profissionais artesanais. Nessa semana, a partir de hoje (02.10), os
pesquisadores visitam as colônias de Aquidauana, Miranda e Corumbá
conversando com os pescadores e buscando informações sobre suas
atividades.O objetivo do projeto é promover um resgate da memória da
pesca na região e, ao mesmo tempo, avaliar o impacto das variações de
captura no modo de vida das populações. |
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A partir do calendário,
será possível analisar a disponibilidade de estoques pesqueiros e de que
forma os mesmos são acessados pelos pescadores ao longo do ano, por exemplo.
Segundo a pesquisadora da Embrapa Pantanal, Cristhiane Oliveira da Graça
Amâncio, doutora em Ciências Sociais, o trabalho será feito com base nos
dados do Sistema de Controle da Pesca de Mato Grosso do Sul (SCPesca). Com
mais de 100 mil registros, o sistema é tido como um dos maiores conjunto de
dados contínuos da pesca de águas interiores do País. |
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Por este motivo, explica a
pesquisadora, as informações do sistema permitem diferentes interações e
abordagens que serão utilizadas para comprovar indagações científicas,
especulações do senso comum e analisar os impactos na sustentabilidade da
atividade pesqueira no Pantanal. Com isso pretende-se abastecer com
informações científicas os gestores públicos subsidiando o desenvolvimento
de políticas voltadas para a manutenção da atividade da pesca artesanal e
fundamentalmente resgatar a memória desta população e sistematizar o
conhecimento tradicional que vem se perdendo ao longo do tempo, enfatiza.
Por enquanto, o projeto envolve pescadores de três colônias da região
pantaneira, nas cidades de Aquidauana, Miranda e Corumbá, sendo que só neste
último, o número de famílias chega a 1.200. |
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SCPesca
– O SCPesca/MS) foi implantado em 1994, numa parceria entre a Embrapa
Pantanal, o 15º Batalhão de Polícia Militar Ambiental/MS e a Secretaria de
Estado de Meio Ambiente/MS. Através do sistema foi realizada a coleta e a
analise de informações sobre a pesca em toda a Bacia do Alto Paraguai (BAP/MS),
tais como quantidade de pescado capturado por espécie, por rio, por mês,
número mensal de pescadores que atuaram nos diferentes rios entre outras,
obtendo uma descrição anual detalhada sobre a pesca. |
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Entre os anos de 1994 e 1999, por exemplo, informações
coletadas pelo SCPesca revelaram que o nível de exploração dos estoques
pesqueiros no Pantanal encontrava-se baixo diante de seu potencial, sendo
que apenas uma espécie, o Pacu, apresentou indicativo de sobrepesca. Essa
constatação motivou o aumento do tamanho mínimo de captura dessa espécie a
fim de protegê-la. |
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Além disso, no mesmo período, ficou claro que a maior
quantidade de pescado capturada nos rios pantaneiros era atribuída aos
pescadores amadores, também conhecidos como pescadores esportivos. |
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Fonte: Denise Justino da Silva |
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Produtores Orgânicos de Vassouras ( Orgânicos do Vale) iniciam
capacitação para implantar BPA ( Boas Praticas Agrícola) |
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Os produtores Orgânicos
do Vale já vêm sendo atendidos pela metodologia do Projeto Empreender a
mais de um ano e, através de seus esforços, vêm alcançando cada vez mais
qualidade em seus produtos. Como a demanda de alimentos seguros vem
crescendo, os produtores de Vassouras aderiram à produção orgânica, que
já elimina a maior parte dos perigos como, por exemplo, os perigos
químicos causados pelo uso de agrotóxico. Entretanto, perigos biológicos
(bactérias, parasitos, vírus, etc) podem ocorrer mesmo na produção
orgânica.
Com isso, no mês de Junho foi
firmada a parceria do projeto Empreender (FACERJ, SEBRAE, CACB, ACIAV)
com a EMBRAPA Agrobiologia e SENAI-CETEC de Vassouras. |

Produtor plantando mudas |
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Essa tem como objetivo
principal aumentar a segurança dos produtos orgânicos, visando a
implantação das Boas Praticas Agrícolas. Cabe ressaltar que os
produtores orgânicos de Vassouras serão os primeiros no Brasil a
implantar o BPA. Os técnicos envolvidos, Paulo Henrique Simões Fernandes
(SENAI-CETEC de Alimentos e Bebidas) e Maria Cristina Prata Neves (EMBRAPA-Agrobiologia),
iniciaram o programa que tem duração de 23 semanas, com aulas no campo e
teóricas na sede ACIAV. |
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Através deste trabalho os consumidores da região terão acesso a um
alimento seguro sem falar na boa qualidade que os produtores
Orgânicos do Vale já vêm proporcionando ao mercado local. Visando
aperfeiçoar cada vez mais os seus produtos, os produtores procuram
ferramentas, como reuniões semanais, negociações com entidades,
cursos, participação em feiras e outros.
Os produtores Orgânicos do Vale fazem parte agora de um grupo seleto
que produz ecologicamente correto, socialmente justo e com
segurança. Eles provaram que as iniciativas no formato de
associativismo funcionam e trazem resultados para quem produz e
consume. São exemplos para que outras iniciativas como essa sejam
implantadas em outros municípios do Rio de Janeiro e
conseqüentemente aumente o desenvolvimento sócio-econômico do nosso
Estado.
Maiores informações entrar em contato através do tel (24) 2471-1797
( Elisângela Storck – Consultora do Projeto Empreender) |
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