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15 de maio de 2008 |
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Notícias |
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Têxteis Naturais e Orgânicos - Demanda Internacional e
Requisitos Técnicos |
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A indústria têxtil internacional atende a demanda crescente por
produtos ecolgicos: Enquanto a produo no Brasil incipiente, pólos
produtivos e comerciais na sia, Europa e América do Norte aderem a
padrões internacionais para produzir e distribuir produtos têxteis
orgânicos com qualidade social. As taxas de crescimento do setor
seguem aquelas apresentadas por produtos orgânicos alimentícios.
A diretora do departamento Têxtil do Instituto de Mercado Ecológico
(IMO), Mecki Naschke, apresenta as tendências no mercado internacional
e especifica os requerimentos técnicos produção de têxteis orgnâicos e
naturais na sede da Associação Brasileira da Indstria Têxtil e de
Confecção, ABIT, em Sâo Paulo no próximo dia 20.05.2008. |
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Engenheira
têxtil com especialização em enobrecimento de têxteis e meio ambiente, Mecki Naschke é uma das poucas profissionais no mundo com uma visão
ampla sobre os diferentes padrões existentes e com conhecimento
pratico da produção de têxteis orgnicos na Europa, Ásia e nas
Américas. O Instituto de Mercado Ecológico é uma Fundação com sede na
Suíça e atua há 10 anos como certificadora de têxteis naturais e
orgânicos, inclusive na América Latina.
Local: Sede da Associação Brasileira de Industria Têxtil - ABIT
Rua Marquês de Itu, 968 - Vila Buarque - São Paulo
Horário: 8h30/ 12h30
Entrada Franca |
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Desenvolvimento sustentável é lema de
agricultores em Apiaí - SP
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Sustentabilidade. Palavra difícil que o camponês começa a incorporar
ao seu vocabulário diário. Mais do que a pronúncia há a incorporação
do significado. É assim que entende o assentado Antonio José de Souza,
o seu Toninho, que tira da palavra tudo o que precisa para viver bem:
o sustento familiar e a preservação ambiental.
No
Projeto de Desenvolvimento Sustentável Professor Luiz David de Macedo,
em Apiaí, 83 famílias de trabalhadores rurais experimentam desde 2006
um modelo alternativo de agricultura ao mesmo tempo em que adotam a
preservação do trecho de mata atlântica que se avizinha como sua
própria condição de vida.
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Como
prova de que é possível produzir sem prejudicar o meio ambiente,
Toninho apresenta o resultado da sua última safra: entre rendimentos
financeiros e produção para autoconsumo, calculou R$ 833,00. Pode até
parecer pouco, mas é o suficiente para que os seis integrantes da
família tenham alimento à mesa e confiança no futuro. Existem também
casos que excedem a renda da maioria, como o assentado Valdir de Souza
Almeida, que calculou mais de R$ 3 mil nesta safra. O cálculo feito
pelos assentados é orientado por técnicos do Instituto Nacional de
Colonização e Reforma Agrária (Incra) que atendem o assentamento, com
o objetivo de avaliar o desenvolvimento das famílias. Este trabalho,
ainda em andamento, segue com otimismo pelo técnico Samuel Antonio
Carriel de Lima, que acompanhou a aplicação do Crédito Fomento dos
assentados.
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No assentamento predominam as culturas de milho e feijão e a
criação de pequenos animais. O trabalho da lavoura ocorre em duas frentes:
individual e coletiva, dentro do modelo de Sistemas Agroflorestais (SAF), que
permitem o consórcio de espécies agrícolas e nativas.
Por ser um conceito diferenciado de assentamento, a construção
desse PDS se iniciou com um forte enfoque ambiental: a primeira atuação do Incra
junto às famílias partiu da conscientização. Em sintonia com uma política de
comprometimento com o meio ambiente nos assentamentos, o Incra buscou o apoio de
entidades como a Embrapa Meio Ambiente e a Escola Superior de Agricultura Luiz
de Queiroz (Esalq/USP) e organizações de outros setores.
Em Apiaí, este trabalho vem sendo realizado por uma equipe
multidisciplinar da Esalq, coordenada pelo pesquisador Paulo Kageyama. Partindo
da realidade dos agricultores e do bioma local, a presença da universidade no
assentamento prevê a transferência do conhecimento científico em prol do
progresso das famílias. Também foi realizada uma pesquisa de campo para
identificação de espécies com potencial agroextrativista, com o objetivo de
promover o aproveitamento econômico não –madeireiro de espécies.
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MDA e
Unicamp abrem seleção
para cursos de Agroecologia |
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Começou dia 6 de maio o prazo para inscrição ao processo de
seleção dos cursos "Agroecologia e Produção Agrícola e Pecuária de Base
Ecológica" e "Análise de cadeias produtivas, arranjos produtivos locais,
organização da produção e comercialização". O período para envio da
documentação será encerrado nos dias 16 e 30 de maio, respectivamente. Os
cursos são voltados para agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural
(Ater) de nível médio ou superior, vinculados a entidades de Extensão Rural,
governamentais ou não-governamentais.
Esta é a segunda etapa de uma série de seis cursos disponibilizada para a
região Sudeste a partir da parceria entre o Ministério do Desenvolvimento
Agrário (MDA), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF/MDA), e a
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na primeira, foram ministrados
cursos de "Assistência Técnica e Extensão Rural e Comunidades Quilombolas:
enfoques e especificidades" e "Extensão Rural e Sistemas Agroflorestais:
especificidades e práticas". Os cursos serão realizados na sede da Unicamp,
em Campinas.
Seleção dos candidatos
Ao todo serão disponibilizadas 35 vagas para cada curso. A seleção será
feita por uma comissão formada por professores da Unicamp e por técnicos do
Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/SAF/MDA). Os
critérios de seleção serão a experiência no trabalho com agricultura
familiar e, na área específica do curso, conhecimento de metodologias
participativas e habilidade para o diálogo, o relacionamento interpessoal e
trabalhos em grupo.
Informações sobre a documentação e os procedimentos de
inscrição ao processo de seleção podem ser obtidas no Termo de Convocatória,
disponível nos sites do MDA e da Unicamp, pelos endereços
www.mda.gov.br/saf e
www.feagri.unicamp.br . Outras
informações também podem ser obtidas pelos telefones (61) 2191-9914 ou (19)
3521-1066.
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Biodiversidade
foi tema de seminário da Fundação Fórum Campinas
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No
dia 23 de abril a Fundação Fórum Campinas (FFC) realizou o segundo
Seminário da série programada para 2008 e o tema foi a Biodiversidade.O
programa do Seminário incluiu temas como o Brasil na Conferência das
Partes (COP) para a Convenção sobre a Diversidade Biológica Agrícola;
Biodiversidade Tropical: oportunidades para a agropecuária e o meio
ambiente e os desafios do Brasil; Diversidade de florestas no Estado de
São Paulo e Sistemas agrícolas sustentáveis e a biodiversidade faunística.
Os palestrantes e debatedores foram pesquisadores e
especialistas do Ministério do Meio Ambiente, Embrapa Meio Ambiente,
Embrapa Monitoramento
por Satélite, Instituto de Biologia da Unicamp e Instituto
Agronômico de Campinas. |
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Os
palestrantes e debatedores foram pesquisadores e especialistas do
Ministério do Meio Ambiente, Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Monitoramento
por Satélite, Instituto de Biologia da Unicamp e Instituto
Agronômico de Campinas.
Instituições que integram a Fundação Fórum Campinas (FFC)
A
Fundação Fórum-Campinas congrega, em torno de objetivos comuns, 11
instituições de pesquisa e desenvolvimento instaladas na Região
Metropolitana de Campinas. Essas instituições são responsáveis por parte
considerável da pesquisa nacional nos planos das ciências tecnológicas,
humanas, da saúde, agrícolas e ambientais.
São
elas o Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA), Centro de Pesquisa e
Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Coordenadoria de Assistência
Técnica Integral (Cati), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(EMBRAPA), Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto
de Zootecnia (IZ), Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital),
Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Pontifícia Universidade
Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp). |
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