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Produtos orgânicos recebem destaque especial no
Carrefour Pamplona (SP) |
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A loja do Carrefour na Rua Pamplona, no bairro de Jardins, São Paulo,
oferece um destaque especial aos produtos orgânicos.
Fabio Levy, responsável pela linha de marca própria Viver Orgânico, do
Carrefour comenta que esta loja “foi
a pioneira na região dos Jardins, em São Paulo, a levar para o
consumidor o conceito de exposição diferenciada de produtos orgânicos
(setembro 05) e a primeira loja Carrefour em promover a Marca Própria
Viver Orgânico (agosto 07).”
Atualmente,
a linha Viver Orgânico já trabalha com mais de 120 itens entre FLV
(frutas, legumes e verduras) e mercearia.
Fábio menciona que um dos principais motivos da marca estar crescendo
é a relação que vem sendo estabelecida com fornecedores.
“A relação entre
Carrefour e Fornecedores para os produtos Viver Orgânicos seguem com
equilibrio nas forças comerciais, uma vez que a marca é nossa e o
produto é do fornecedor.”
Atualmente a marca Viver
está presente em mais de 130 lojas do Carrefour, seja no formato
Hiper, Bairro ou Express (esta somente no RS).
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Bio&Flores
une produção orgânica e floricultura no Espírito Santo |
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De
11 a 13 de abril, foi realizado em Santa Maria de Jetibá, Espírito Santo, a
BioFlores, Feira de Produtos Orgânicos e Flores do Espírito Santo.O evento reforçou o compromisso de Santa Maria de Jetibá com a agricultura
orgânica e o desenvolvimento sustentável. |
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O ginásio de esportes do município abrigou 43 estandes para exposição de
alimentos cultivados dentro do modelo orgânico de produção e de artigos da
floricultura da região.
A Bio & Flores teve como objetivo de mostrar e
promover produtos, sistemas e técnicas de produção que permitem a condução
de uma agricultura mais saudável, ecológica, diversificada e sustentável. De
acordo com dados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e
Extensão Rural (Incaper), o Espírito Santo possui potencial para manutenção
e desenvolvimento das culturas de orgânicos e flores.Tanto floricultura quando a produção de orgânicos são atividades em expansão
no Estado. Com apenas 0,5% do território nacional, o Espírito Santo é o
quarto produtor nacional de orgânicos e apresenta uma floricultura variada.
Os destaques ficam por conta das flores de clima tropical e temperado.
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O Estado do Espírito Santo possui cerca de 200 pontos de venda de flores e
plantas ornamentais, sendo que 80% deles localizados na Grande Vitória. Os
20% restantes estão localizados nos municípios do interior, principalmente Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e Linhares.A floricultura capixaba está presente em 173 pequenas propriedades, em cerca
de 40 municípios, totalizando 138 hectares de área plantada e uma produção
que proporciona renda na ordem de R$ 3,87 milhões por ano.
Santa Maria de Jetibá e a agricultura orgânica
O município possui uma área de 736,3 Km² e uma altitude de 710 m. Em Santa
Maria, 96,16% das propriedades rurais possuem menos de 50 hectares e
praticam a agricultura familiar. O município é destaque no apoio à
agricultura orgânica no Estado. Possui o maior número de produtores
envolvidos e de propriedades inseridas no processo e também com o maior
número de volume de produção orgânica. Os principais produtos cultivados são
as olerícolas em geral e os grãos como café, milho e feijão.
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Anvisa
detectas altos índices de agrotóxicos em alimentos |
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De cada dez pés de alface à venda em feiras e supermercados, quatro estão
contaminados por resíduos de agrotóxicos. Cerca de 40% do tomate e do
morango consumidos pelos brasileiros contêm vestígios irregulares de
defensivos. Os dados são do relatório do Programa Nacional de Análise de
Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), divulgado hoje (23) pela
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Das 1.198 amostras analisadas pela agência no ano passado, 207 apresentaram
resultados insatisfatórios, ou seja, mais de 17% do total de alimentos
continha resíduos de agrotóxicos não autorizados ou acima do limite máximo
permitido. Os casos mais preocupantes são as culturas de morango (com 43,6%
de contaminação), de tomate (com 44,7%) e de alface (com 40%). “O aumento
nos resíduos de agrotóxicos encontrados em tomate, alface e morango em 2007
pode ser correlacionável com o súbito acréscimo observado na importação de
agrotóxicos por países da América do Sul, incluindo o Brasil”, segundo o
documento.
Na avaliação do pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa), Nozomu Makshima, o aumento da contaminação do tomate, que cresceu
42% em relação a 2006, se deve ao “uso pouco criterioso” dos agrotóxicos
pelos produtores. “Eles aplicam [agrotóxicos] sem muito critério. Os
resíduos permanecem por causa da freqüência com que o produtor aplica, ele
não obedece o período de carência”, aponta.
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